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Radiodifusores, empresas de satélite e operadoras de telefonia unidos



Operadoras de telefonia celular e fixa,empresas de satélites e radiodifusores criticaram duramente o edital da faixa de 3,5 GHz, que está em consulta pública e foi debatido nesta quinta-feira (9), em audiência pública na Anatel. A principal queixa é sobre a interferência da faixa na banda C, usada por satélites e que levam canais de televisão e serviços de telecomunicações especialmente à zona rural.

O argumento é de que as altas potências autorizadas pelo edital de licitação a serem aplicadas nos equipamentos WiMAX são muito superiores à capacidade de recepção dos conversores dos serviços de satélite. “O sinal do satélite vem de 36 mil Km de distância, enquanto que esses equipamentos a 10 Km”, disse Luiz Otávio Prates, representante do Sindicato Nacional das Empresas de Telecomunicações por Satélites (SindSat). Os radioddifusores, por sua vez, que transmitem os canais abertos em banda C e têm mais de 20 milhões de antenas parabólicas em todo o país, argumentam que hoje, com o pequeno número de empresas que exploram esta tecnologia, a interferência já provoca problemas com a programação. Prates argumenta que o uso da banda C foi estimulada pelo governo para promover a integração nacional dos serviços de telecomunicações e hoje atende a mais de 80 milhões de pessoas, que utilizam mais de 25 milhões de antenas parabólicas. Ele sustenta que não há sistema de filtragem que resolva isso. Já as operadora de telefonia fixa e móvel estão preocupadas com quem ficarão os custos para a resolução dos problemas de interferência, como salientou o representante do SindiTelebrasil, Alexander Castro. Ele sugeriu a prorrogação do prazo da consulta pública do edital, prevista para acabar dia 24 deste mês, até que essa questão seja decidida. O gerente-geral de Serviços Móveis, Bruno Ramos, disse que a Anatel está ciente desse problema de interferência, mas que acredita que poderá solucionar a questão com sistemas de filtragens. Ele assegurou que a agência está embasada por testes realizados em todo o país, entre 2008 e 2009, e verificou cada tipo de receptor. Mas assegurou que a agência está aberta a contribuições e mais debates sobre o tema.

Fonte: Telesíntese



Postado em Sexta, junho 10 @ 13:49:32 BRT por caiocbrbrasil
 
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