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Sky pode começar a vender banda larga já em setembro



A Sky pode começar a vender banda larga, usando equipamento de quarta geração (LTE) a partir de setembro, em Brasília. Isso se o preço da licença de SCM associada à faixa de 2,5 GHz custar menos dos R$ 19 milhões, valor que está sendo cogitado pela Anatel para autorizar o serviço na cidade. “Acima desse valor, o modelo de negócio ficará inviabilizado”, afirmou nesta quinta-feira (14), o presidente da operadora, Luiz Eduardo Baptista da Rocha, após encontro com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Segundo Baptista, a Anatel deve oficializar o preço nos próximos dias e ele já ouviu que esse valor pode cair para R$ 10 milhões, mas ele acha que é um preço abusivo e impedirá que a empresa oferte banda larga popular a R$ 35, como quer o governo. “Com esse preço da licença, a empresa demoraria em torno de dois anos e meio para poder oferecer o serviço ao preço sugerido pelo governo”, disse. Essa posição foi apresentada ao ministro, que não se manifestou.

Além de Brasília, a Sky poderá ofertar banda larga em outras 11 cidades: Belo Horizonte, Belém, Goiânia, Vitória, Campina Grande (PB), Porto Velho (RO), Uberaba (MG), Caruaru (PE), Bauru, Franca e Presidente Prudente (interior de SP), em função das empresas de MMDS adquiridas em 2008. Mas para cada uma delas terá que pagar a licença que, pela proposta inicial da Anatel, seria calculada com base no preço da licitação da faixa de 2,5 GHz combinado com o público que poderá ser atendido.

Para Baptista, essa proposta da Anatel não é compatível com a política do governo de massificar a banda larga. “Eu acho que uma atitude dessa só beneficia as teles, que há cinco anos não investem o suficiente em infraestrutura”, avaliou.

O serviço de banda larga a ser oferecida pela Sky será a primeira operação de LTE no Brasil, disse Baptista. Ele informa que, apesar de poder conexão móvel, o modelo de negócio escolhido foi de acesso fixo. Os equipamentos ainda terão que ser homologados pela Anatel, mas não quis informar qual a velocidade que pode ser alcançada. “Só posso dizer que poderemos oferecer uma combinação exclusiva, a melhor tecnologia para vídeo, que é satélite, e a mais moderna para banda larga, que é LTE. Ou seja, será uma oferta muito melhor do que as que estão na praça hoje”, disse.

Sem banda larga, as empresas de MMDS da Sky podem desaparecer. Isto porque o número de clientes delas caiu de 60 mil, em 2008, para 6 mil, atualmente. “Quem quer assistir vídeo analógico?”, questionou Baptista.

Satélites

O presidente da Sky também agradeceu o empenho do ministro em resolver o edital de licitação das posições orbitais, aprovado nesta quinta-feira pela Anatel. “Essa decisão aumentará significativamente a capacidade satelital do Brasil em três anos, tempo suficiente para atender a demanda da Copa do Mundo de 2014".

Fonte: Telesintese



Postado em Sexta, julho 15 @ 21:56:59 BRT por mosqueteirors
 
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