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Joost representa TV à moda antiga na web



highperformance enviou: Seus criadores apostam que a novidade vai acabar de uma só vez com a televisão convencional e a concorrência no ramo de vídeos na internet (leia-se YouTube). O G1 testou essa promessa chamada Joost. E a verdade é uma só: apesar de ter sido criado pela mesma dupla que concebeu os popularíssimos Kazaa e Skype, ele ainda tem de comer muito arroz com feijão para cumprir o que promete.

Fonte G1

Para começo de conversa, o Joost foge à linha dos distribuidores de vídeo tradicionais; em vez de site, ele é um programa que precisa ser baixado e instalado em computadores com acesso à internet rápida. Atualmente, o sistema está em fase de testes e só pode ser visto por quem recebe um convite (arranje um amigo antenado e ele poderá quebrar seu galho).

O programa traz à internet o antigo modelo da televisão: são 25 canais, com atrações exibidas no formato “tela cheia” (full screen) do monitor. Qualquer pacotinho de TV a cabo hoje oferece mais opções, mas a gigante de mídia Viacom (inimiga do YouTube e dona da MTV e Paramount Pictures) já anunciou que fornecerá conteúdo para o Joost. Então, a coisa deve melhorar.

A má notícia é que 100% dos arquivos disponíveis pertencem a empresas de mídia parceiras da iniciativa. Ou seja: nada de achar aqueles vídeos engraçadinhos que o seu vizinho coloca na internet (Cicarelli agradece).

A experiência Joost

A instalação do programa de 10 MB compatível somente com Windows XP e Windows Vista é rápida. No entanto, o software exige um hardware robusto: processador Pentium 4 e pelo menos 512 MB de memória RAM. Além disso, a conexão de internet tem de ser forte, com no mínimo 512 Kbit/s. Isso acontece porque o Joost funciona de um jeito parecido com o BitTorrent -- os usuários não só baixam os arquivos, como também os fornecem. Em suma, o Joost faz broadcasting com a banda alheia.

O que há não basta: o conteúdo é restrito, a qualidade da imagem ainda não bate a TV convencional (que dirá a digital) e há dificuldade no manuseio do programa. Mas o que mais pesa é que a estrutura do Joost eliminou o sabor anárquico da internet. Em vez de abrir as portas para o usuário criar seu conteúdo, o programa vai na contramão da informática e restabelece a via de mão única dos veículos de comunicação tradicionais.

É o preço do combate à pirataria. Se a indústria do entretenimento comprar a idéia, é possível que a qualidade do conteúdo derrube esses entraves. A ironia é que, depois de abalar a indústria fonográfica (Kazaa) e assustar as empresas de telefonia (Skype), os criadores do Joost vão depender da boa vontade de seus antigos algozes para triunfar mais uma vez na web.


Postado em Quarta, abril 18 @ 18:13:58 BRT por d4nk0
 
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