Não importa o grau da crise, a banda larga hoje não é mais serviço secundário, e sim essencial nas empresas ou em casa. As pessoas preferem reduzir gastos com jantares e viagens de lazer do que cancelar a banda larga. Esse é o principal resultado de estudo promovido pela Alcatel-Lucent, divulgados nesta semana.
Estas descobertas fazem parte de um estudo global que explorou o impacto da recessão econômica em relação a como os gastos com serviços de telecomunicações e serviços de banda larga podem promover o crescimento da economia e o bem-estar social. A pesquisa, conduzida pelo Programa de Vantagens de Mercado da Alcatel-Lucent (MAP), em conjunto com as empresas de pesquisa de mercado Penn, Schoen & Berland Associates e Ipsos MediaCT, ofereceu à analistas de estatísticas a função de determinar como os consumidores priorizam seus gastos e atividades do lar, comparando o valor relativo à uma ampla variedade de serviços específicos, baseados em valores fixos.
Os serviços de banda larga parecem estar perto de serem “a prova de recessão”, com 84% dos consumidores identificando a banda larga como um serviço essencial e, portanto, um dos últimos na lista de corte de gastos. Os estudos também mostraram que cada vez mais clientes no mundo, planejam migrar para um serviço superior de banda larga, mesmo enquanto reduzem gastos em outras áreas.
Fatores-chave explicam essa preferência, que inclui a intenção de reduzir custos e o tempo de viagens associados, além da preferência por alternativas ecologicamente corretas. Em países desenvolvidos, os respondentes da pesquisa afirmaram que notam uma crescente dependência da web como fonte de informação, ferramenta de negócios, redes sociais e entretenimento.
Em mercados como a França, por exemplo, consumidores indicam que a crise financeira provocou um impacto negativo muito maior em seus gastos do lar, quando comparados aos consumidores de outros países. Em contraste, pessoas em países emergentes são mais otimistas quanto ao futuro do que pessoas em países desenvolvidos.
Enquanto 2/3 de clientes indicaram que estão cortando gastos, 85% de clientes de países emergentes indicaram que suas situações quanto às economias familiares estará igual ou ainda melhor daqui a um ano, se comparados aos 64% dos respondentes em países desenvolvidos.
Fonte: PcMagazine