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Oi não tem pressa na escolha do novo presidente



Enquanto os bancos e analistas ainda assimilam a queda da Francisco Valim, tendo em vista que os resultados de 2012 ficaram em linha com o que havia sido prometido, a companhia volta-se para os enormes desafios que precisa enfrentar. Entre eles, a escolha do novo presidente da Oi, que será tratada com toda a cautela que a decisão exige. Embora o mercado espere uma solução rápida, fontes da empresa afirmam que o processo de seleção do novo presidente da Oi será "lento e longo", pois serão cumpridos todos os ritos estabelecidos no acordo de acionistas da operadora. O nome do executivo mais citado nos últimos dias para o lugar de Valim, - o do atual CEO da Portugal Telecom, Zeinal Bava - não deve estar na lista, acreditam consultores que conhecem bem o mercado de telecom do Brasil e de Portugal e Espanha.

Para os dirigentes da operadora, o momento, agora, é de escolher certo, e dar continuidade aos guidances aprovados. O fato de a empresa ter divulgado ontem mesmo uma prévia dos resultados do último ano e ter anunciado a distribuição de dividendos acalmou um pouco o mercado. As ações subiram, menos do que caíram nos dois últimos dias, mas pelo menos deram sinais de alívio. As preferenciais (OIBR4) subiram 3,62% às 18h30, cotadas a R$ 8,30. Já as ações ordinárias (OIBR3) subiram 2,56%, para R$ 9,23.

Embora inicialmente tenha-se especulado que os problemas com Valim vieram em grande parte por conta dos resultados deste ano, as suas desavenças se deram devido aos números para os próximos anos, quando Valim propôs aumentar em mais R$ 1,5 bilhão os investimentos, além dos R$ 6 bilhões acertados previamente, e não teria aceitado negociar uma nova posição com os controladores.

Para bancar esta elevação de investimentos, as alternativas apresentadas pelo executivo (corte de dividendos, desinvestimentos em outras empresas, aumentos de desembolso dos sócios, etc.) não foram aceitas pelos controladores, gerando o impasse. "A decisão de sua saída foi unânime", afirmam fontes. O que significa que com ela também concordaram não só os sócios privados, como Andrade Gutierrez, La Fonte e Portugal Telecom, mas também o BNDES e fundos de pensão como Previ e Petros.

Até que o novo executivo seja escolhido, o atual diretor de operações da Oi, James Meaney, na visão de diferentes executivos, dá a tranquilidade para que os negócios da Oi continuem sendo tocados sem solução de continuidade.E José Mauro Mettrau, que deixou o a presidência do conselho para assumir a operadora, também já cumpriu esse papel outras vezes, sabendo conduzir com a cautela necessária este momento de transição.

Fonte: Telesíntese



Postado em Quinta, janeiro 24 @ 22:24:00 BRST por mosqueteirors
 
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